Exposição de arte: Entre Nós no CCBB

9.2.17


Aconteceu nesta terça-feira (7/02) a pré-estreia da exposição "Entre Nós - a figura humana no acervo do MASP" no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro. A exposição é fruto da parceria do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand com o Centro Cultural Banco do Brasil e vai percorrer as três sedes da instituição (Rio, Belo Horizonte e Brasília) durante o ano todo. A exposição acaba de chegar ao Rio com cerca de 100 obras do acervo do MASP.


Quadro "A amazona" de Edouard Manet (França) em Retratos

Quadro de Frans Post (Holanda) em Retratos

O objetivo da exposição é a representação da figura humana, atravessando os diferentes períodos históricos da arte através do tempo. O conjunto de obras reunido datam do século 14 até as vanguardas históricas do século 20, passando por um conjunto do barroco e pelo núcleo de impressionismo e pós-impressionismo. A figura humana aparece também em trabalhos selecionados das coleções pré-colombiana, africana, brasileira, latino-americana e fotográfica, ilustrando a pluralidade de aspectos que caracterizam a experiência estética ao longo do tempo.

Com o foco nas mais diversas formas de representação humana realizadas ao longo da história da arte e contemplando as mais variadas culturas de povos, a exposição dá ao público a oportunidade de conhecer um dos maiores acervos da América-latina e apreciar o trabalho de artistas plásticos brasileiros e estrangeiros como Rafael, Goya, Modigliani, Van Gogh, Picasso, Degas Anita Malfatti, Candido Portinari, Lasar Segall e Victor Brecheret.

Fotografia de Claudia Anjular (Suíça) em Simultaneidades.

A exposição é dividida em 5 partes, sendo elas Presenças, tratando a representação da figura humana no com finalidade religiosa. A segunda, Retratos, inserindo a figura humana em um contexto genealógico, social e político. Na terceira, Corpos, nela os artistas exploram um novo modo de representação dos mais variados tipos surgidos na pintura e na escultura. Já a quarta, Ações, retrata a tradição da figura humana que passou por um processo de renovação em meados do século 20, deflagrado por uma série de interesses sociais e políticos dos artistas. Por fim, a quinta, Simultaneidades, reúne obras mais contemporâneas realizadas entre a segunda metade do século 20 e 21.

Sinceramente, foi a quinta parte da exposição foi a que eu mais gostei. Por questão de gosto pessoal. A exposição tá bem legal. Fica no CCBB RJ até 10 de abril e a entrada é franca.

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